26 fevereiro 2012

XI Passeio Pedestre da A.C.R. "As Mós"

 Cerca de 250 participantes no passeio de 2012 
Um Sucesso Organizativo

4 Tempos do XI Passeio Pedestre

Integrado uma vez mais no programa da Festa da Amendoeira em Flor e dos Patrimónios Mundiais do Município de V. N. de Foz Côa, a Associação de Cultura e Recreio “As Mós” realizou o seu XI Passeio Pedestre “Amendoeiras em Flor”.

Com a concentração marcada para as 9h00 de domingo na sede da associação, foram necessários cinco autocarros para transportar todos os participantes até Freixo de Numão. Aí, depois do aperitivo servido nas instalações da Adega Cooperativa local, deu-se início à caminhada, eram 10h40.

Foram 8kms com significado aumentado, pois para além do salutar contacto com a natureza e da visão surpreendente das paisagens durienses, os participantes tiveram oportunidade de se associar à história colectiva mosense ao percorrer o caminho que era antigamente feito pelos habitantes das Mós no regresso a casa vindos do mercado mensal de Freixo de Numão.

No final do passeio, com a alma farta de contentamento, era hora de dar prazer ao corpo; foi o que a feijoada do almoço, servida e confeccionada pela organização no salão da freguesia, nutritiva e saborosamente, se encarregou de fazer.

O novo recorde de participantes no Passeio Pedestre da A.C.R. “As Mós” veio não só comprovar o êxito anual deste evento, tornando-o, no género, o mais participado na região, mas também prestar homenagem a uma associação que ao longo de catorze anos de existência tem sabido com o seu esforço e dedicação levar bem longe o nome das Mós.



16 fevereiro 2012

Promoção e Jogos Tradicionais

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07 fevereiro 2012

Passeio Pedestre 2012 - Cartaz



Venha saborear 

a Amizade

no encontro 

com a Natureza

A participação no Passeio Pedestre é gratuita e aberta a todos os interessados.
Quem quiser participar no almoço é que tem que fazer a inscrição.

06 fevereiro 2012

XIII Montaria ao Javali de Mós do Douro



Gualter Furtado
Açores, 06 de Fevereiro de 2012

Local: Mós do Douro – Encostas do Douro
Data: 4 de Fevereiro de 2012
Organização: Associação de Caçadores das Encostas do Douro
Matilhas: 16

Resultados: 16 Javalis cobrados

A Associação de Caçadores das Encostas do Douro em colaboração com a Junta de Freguesia e uma vasta equipe de amigos realizou no dia 4 de Fevereiro de 2012 a XIII Montaria ao Javali de Mós do Douro.

Esta Montaria é um ponto de encontro de caçadores de todo o País e amigos de Mós do Douro e faz parte do património humano e da cinegética nacional. É uma autêntica romaria para um dos locais mais típicos do País onde somos sempre bem recebidos pelos amigos Ricardo, Ramiro, Rui, Luís Polido, Presidente da Junta de Freguesia, etc. A caçada é um pretexto para matarmos saudade dos amigos, saborearmos a fabulosa gastronomia local e encantarmos a vista com a beleza extraordinária do Douro. Este ano fiz-me acompanhar do meu companheiro de sempre o Cremildo Marques (o Barbas) e do grande caçador Dr António Tomás (industrial da famosa fábrica Santana que ao longo dos anos vem produzindo azulejos e paneis que muito valorizam o património nacional, mandou fazer um azulejo comemorativo desta Montaria). O Cremildo com a sua boa disposição e papel de leiloeiro dos javalis cobrados tem constituído uma forte mais valia para a Organização já que os porcos leiloados pelo Barbas rendem sempre mais, o que dá muito jeito à Associação de Caçadores que organiza a Montaria. Á nossa parte arrematamos 2 porcos ( 1 pequeno e outro médio ) para ajudar a Organização, fazermos um almoço no dia seguinte de Javali magistralmente cozinhado pelo Luis Polido e sua Esposa, para oferecermos ao Sr que nos alojou no anexo das antigas instalações do caminho de ferro de Mós do Douro e ainda sobraram uns pedaços para serem cozinhados em futuros encontros de amigos caçadores.

O dia esteve magnifico depois de um frio de rachar pedras e os cerca de 116 Monteiros acompanhados por 16 Matilhas cobraram 16 Javalis. Com alguns bons exemplares como o que foi cobrado por um Monteiro sénior (julgo que o seu nome é Marinho) e que se não é medalha de ouro fica por lá próximo. A presença de Mulheres Monteiras enriquece sempre esta Montaria indo um destaque especial para a Andrea Catarina. Presença constante nesta Montaria é também o Engº das navalhas que este ano nos acompanhou na visita à casa do Sr Luis Polido e no desmanchar dos javalis. Ele mais o mais o amigo João Ramiro “fartaram-se de trabalhar “. Trabalho altamente apreciado e comentado pelo nosso Grupo.

A montaria foi precedida por um esclarecedor discurso do Director Pedro Delgado que em breves palavras apelou aos caçadores para cumprirem com as normas fixadas, terem muita segurança, espírito desportivo e ética. Depois da caça o almoço da praxe servido numa sala repleta de caçadores. Enquanto observava aqueles caçadores todos questionava-me qual seria o futuro da caça a breve prazo com todas as dificuldades económicas e financeiras porque passa o País, as exigências da nova Lei das Armas, etc, vejo um futuro muito negro para um sector que quando vivido com ética e segurança é muito enriquecedor.

No dia que se seguiu eu mais o Cremildo fomos lá na zona caçar aos tordos com os profissionais Ricardo, João Ramiro, Salgueiro e António Tomás. Segundo estes especialistas o ano está a ser fraco, a culpa é do tempo que está a mudar em todo o mundo, obrigando os tordos a alterar rotas e comportamentos, e também resultado da pressão a que estão sujeitos nos Países onde iniciam a Migração e por outras paragens onde vão passando antes de chegar a Portugal. Confesso que este tipo de caçada nunca me atraiu muito, já que caçada que não meta cães para mim é meia caçada, isto não significa que não tivesse apreciado muito a mestria e arte de caçar dos amigos nossos anfitriões. É impressionante como com um assobio eles trazem o tordo lá do alto quase até aos canos da espingarda. Não era bem meio dia e para desespero do amigo Tomás já estávamos a abalar para o magnifico almoço de javali acima referido. O Tomás bem pregava “estamos a ir-nos embora na melhor hora “ e o Salgueiro bem os derrubava, mas trocar aquele melrinho por um almoço de javali não foi uma decisão difícil, que me perdoo o amigo Tomás (um companheiro formidável). No fim do almoço ainda tivemos tempo para visitar a igreja de Mós do Douro (com um altar em talha de madeira muito bem trabalhada) e tomar um café no estabelecimento local (que o Cremildo gosta muito de visitar) que nos manteve bem acordados até Mação e depois até Lisboa de onde regressamos aos nossos Açores.

Até para o ano Mós do Douro e amigos romeiros desta caçaria, se a Troika nos deixar voltamos para o ano, se não até um dia qualquer.

01 fevereiro 2012

Património Rural e Paisagístico

“A memória de um povo reflecte-se na beleza do seu património” 


Venha conhecer o Património Rural e Paisagístico da freguesia das Mós

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