29 dezembro 2008

Passagem de Ano nas Mós


23 dezembro 2008

Boas Festas

O Blog dAs Mós
deseja a todos um Feliz Natal
e Bom Ano 2009
"O amor é um sonho que chega para o pouco ser que se é."

Fernando Pessoa


21 dezembro 2008

Almoço de Natal dos Idosos do Concelho

Realizou-se no passado dia 17 de Dezembro, no pavilhão gimnodesportivo da cidade de Vila Nova de Foz Côa, o já tradicional almoço de Natal dos idosos deste concelho; pela 3ª vez consecutiva, a organização esteve a cargo da Câmara Municipal, que presenteou todos os participantes com um saboroso almoço, de excelente confecção, desde as entradas à sobremesa.
Foram 36 os "Mosenses" que aderiram a esta iniciativa, enaltecendo o evento com a sua presença e boa disposição.
Destaque do programa para a celebração da Santa Missa, e para um muito participativo baile, contagiando alegremente o ambiente que o rodeava.
O evento não terminaria, sem receberem um presente do Município, que este ano os contemplou com um relógio de pulso. A satisfação geral, os sorrisos e o carinho para com os idosos, são os condimentos que melhor definem este evento.
Sara Nogueira
(Técnica Responsável pelo Centro de Dia)

15 dezembro 2008

Festa de Natal (programa)


14 dezembro 2008

Natal (dos humildes)

NATAL

Esta história remonta à última década do século III, altura em que o governo do Império Romano estava repartido por quatro imperadores, formando uma “tetrarquia”, no topo da qual estavam os imperadores Diocleciano e Maximiniano que, ciosos em preservarem os valores tradicionais do paganismo, moveram a mais longa e impiedosa perseguição a todos os que se convertiam ao cristianismo. Aos convertidos viriam a juntar-se os irmãos Crispim e Crispiniano, dois jovens que apesar de pertencerem a uma família nobre romana foram igualmente acossados pelos soldados daqueles imperadores. Perseguidos sem tréguas nem repouso, depois de se terem escondido em várias localidades e de terem aprendido e desempenhado o ofício de tamanqueiro, viram-se obrigados a fugir para mais longe, acabando por encontrar refúgio em Soissons, no norte da Gália (actual França). Quando ali chegaram, o facto de fazerem tamancos ou socos ajudou-os a integrarem-se melhor no seio da respectiva comunidade, pois para além de lhes servir para sobreviverem, trocando com os vizinhos tamancos com os indispensáveis produtos alimentares, a troca e partilha de bens essenciais serviriam também para os dois irmãos ganharem a confiança da população local, porque alimentavam a intenção de virem a pregar o Evangelho. Resolveram dar início a este desígnio no penúltimo dia do “Natalis Solis Invictus” ou “Festa do Solstício da Luz” (um dia correspondente a 24 de Dezembro). Recordando uma penosa experiência, saíram de casa ao cair da noite, e foram bater à porta do casebre mais arruinado da povoação, onde viviam uma pobre viúva e o seu filho Fábio, com apenas 9 anos de idade. Quando ali chegaram, mãe e filho ficaram muito surpreendidos com a visita dos dois artesãos que vagamente conheciam. Após alguns segundos de silencioso espanto, a pobre mulher convidou-os a entrarem para junto da lareira, ao mesmo tempo que, exteriorizando a sua estranheza, ia dizendo: - Havendo por aí tantas casas onde se festeja esta noite o nascimento do “Solis Invictus”, o que vos trouxe aqui, a esta triste choupana, onde só há pobreza e luto? - Vimos cá para cearmos convosco e para vos falarmos do mais importante nascimento acontecido à superfície da Terra. O nascimento de Quem trouxe a verdadeira luz que deve iluminar a alma de todos nós. Dito isto, retiraram dos bornais alguns mantimentos, depois colocaram pinhas em redor da fogueira para com o calor abrirem, e delas retirarem alguns pinhões que viriam a servir de sobremesa à refeição frugal. Acabada a ceia, Crispim passou a contar o que sabia sobre o nascimento de Jesus. “Há quase 300 anos, o imperador César Augusto decretou o primeiro recenseamento do Império Romano. E para que ninguém fosse contado duas vezes, o decreto obrigava todos os chefes de família a apresentarem-se na terra de origem das respectivas famílias. Nessa altura, muito longe daqui, numa terra chamada Nazaré, no distrito da Galileia, vivia abençoado pelo Senhor o casal Maria e José. Ela que aguardava para breve a hora da sua maternidade, viu esta serena espera perturbada por aquela ordem imperial, porque José, pertencendo uma família originária de Belém, no distrito da Judeia, era obrigado a deslocar-se a esta cidade para proceder ao seu registo. E assim, nos últimos dias da sua gravidez, Maria haveria de percorrer 815 “stadiums” (cerca 150 quilómetros) de péssimos caminhos, num incómodo jumento, enfrentando as inclemências do tempo, para que se cumprisse a professia de Miqueias:

E tu, Belém chamada Efrata, Posto que pequena entre milhares de Judá, De ti sairá o que há-de ser Senhor de Israel."

Quando chegaram a Belém Maria sentiu as primeiras dores do parto, o que os levou de imediato a procurar abrigo. Mas devido à grande afluência de forasteiros não encontraram lugar em qualquer estalagem ou hospedaria. Percorrendo a cidade de lés a lés, entraram numa crescente angústia porque se aproximava a hora do parto e não tinham encontrado quem os quisesse ou os pudesse receber. Foram então procurar abrigo nos arredores de Belém. Depois de muito a caminharem, encontraram uma hospedaria na orla duma estrada. José entrou na estalagem através duma sala ampla que estava coalhada de gente que dormia deitada no sobrado, embrulhada em mantas surrentas e nos mais variados tipos de agasalhos. Lançou um olhar de preocupação por toda a sala e viu, entre adultos de ambos os sexos e de diversas idades, crianças que dormiam e outras que choravam. E viu num canto da sala o estalajadeiro acompanhado de alguns mercadores e viajantes grosseiros que se entretinham a jogar. Dirigiu-se ao hospedeiro e perguntou se lhe podia alugar um sítio onde houvesse maior tranquilidade, porque não podendo expor a mulher prestes a dar à luz à promiscuidade daquela sala, preferia um lugar sossegado que garantisse uma serena intimidade, mesmo sacrificando a comodidade. O estalajadeiro respondeu-lhe que, com tais condições, só tinha um estábulo, situado numa gruta cavada no sopé da colina das traseiras, onde recolhia uma vaquinha. Depois de ter pedido ao hospedeiro para lhe mostrar o estábulo, José saiu para a berma da estrada e aproximou-se de Maria para lhe contar o que observara na hospedaria e a conversa que tivera com o proprietário. Ela teve um gesto de assentimento e ambos se dirigiram na direcção do estábulo subterrâneo. Maria parou no limiar da caverna e à luz do lampião que o estalajadeiro segurava, viu que o único sítio limpo no interior do estábulo era a manjedoura. E ao ver quão humilde era o aposento reservado ao Filho que estava para nascer, tão amargurada ficou, que os seus olhos acabaram marejados de lágrimas e o seu coração amoroso sentiu a dor mais preciosa do mundo! Mas não tardaram a acudir-lhe razões que, iluminando o seu entendimento, a levaram a compreender e a aceitar aquela extrema humildade e pobreza. José apressou-se a cobrir a manjedoura com um braçado de palha enxuta. Depois saiu para aquecer uma pouca de água numa fogueira que acendeu à entrada da gruta. E ali ficou a meditar, com os ouvidos atentos aos gemidos de Maria que, em voz baixa, apelava directamente para o Senhor. Desassossegado, observava com preocupação as redondezas da gruta. Se tivesse erguido o olhar, teria visto a crescente proximidade de uma estrela grande e brilhante. Mas não. Apenas o balir das ovelhas na colina despertaram a sua atenção e só a proximidade dos pastores o preocupava. De súbito, a caverna ficou toda iluminada com um clarão tão vivo que o deixou assombrado. E só depois ouviu que Maria chamava por ele. Aproximou-se com a água que aquecera e ficou a olhar enternecido o primeiro banho do Deus-Menino. E quando Maria O envolvia em faixas e reclinava na manjedoura, José afagou a pequenina cabeça de Jesus com as mãos calosas de carpinteiro que era. Os pastores da colina ficaram alvoraçados com rutilante luminosidade da estrela e comentavam entre si o fenómeno, quando tiveram a visão dum anjo do Senhor. Cheios de assombro caíram por terra e cobriram as cabeças com mantas. Mas não tardou que ouvissem a voz do anjo que lhes disse: “Não tenhais medo, pois que venho dar-vos uma grande alegria: Nasceu-vos hoje um Salvador, que é Cristo, o Senhor, nesta cidade de David. E eis o que vos servirá de sinal: numa gruta situada no sopé desta colina, encontrareis um menino deitado numa manjedoura.” E com a voz do anjo, ouviram uma multidão de vozes que louvavam ao Senhor, cantando:

“Glória a Deus nas Alturas E Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade."

Depois de Maria vestir a Jesus as roupinhas de algodão e de linho que Ela própria confeccionara, ouviram-se vozes no exterior da gruta: eram os pastores! Excitados como estavam, falavam todos ao mesmo tempo. E José, que tudo quanto queria era estar sozinho com a família, preparava-se para lhes dizer que se calassem para que a esposa e o Filho pudessem descansar. Mas ficou maravilhado com o que ouviu da boca deles e correu a contá-lo a Maria. Ela olhou o Filho, conservou todas estas coisas e meditou-as no seu coração... Maria pediu a José que deixasse entrar os pastores. E aqueles homens de peles tisnadas, ao depararem com o Salvador, ajoelharam, inclinaram as frontes e, recolhidamente, veneraram o Deus Menino. Depois de tudo o que ouviram e viram, regressaram cheios de alegria e esperança, porque nascera o verdadeiro “Sol da Justiça”. - Um Sol que deverá iluminar o coração de todos nós - acrescentou Crispim. Tinha acabado a narrativa, mas o serão e a presença dos dois irmãos só terminariam depois do rapazinho ter adormecido. Na manhã seguinte, quando o Fábio chegou junto à lareira, deparou ali com um pequeno par de tamancos. O seu júbilo foi enorme, porque com a prenda oferecida pelos mensageiros do Menino Jesus passaria a andar calçado como os meninos afortunados.

Algés, Dezembro de 2008 José Gomes Quadrado


11 dezembro 2008

Restaurante Bago D'Ouro

O Restaurante Bago D'Ouro, na estação de Freixo/Mós, foi o lugar escolhido para a homenagem que o Núcleo de Árbitros de Vila Nova de Foz Côa levou a efeito, no dia 6 de Dezembro, ao fozcoense Adriano Augusto Beijoco. (Sócio fundador do Núcleo; Árbitro licenciado da AF da Guarda; antigo Atleta e Director do GD de Fozcôa; Bombeiro Voluntário no Quadro de Honra). Entre as várias instituições representadas e os particulares que se quiseram associar ao acto, o jantar de homenagem contou com 120 participações.

09 dezembro 2008

Junta de Freguesia Apresentou Símbolos Heráldicos

No passado sábado, dia 6 de Dezembro, em cerimónia no salão sede da Junta, foram apresentados ao público os Símbolos Heráldicos da Freguesia das Mós.
Para além dos respectivos elementos da Junta e do presidente da Assembleia de Freguesia, José Alberto Grifo, que abriu a sessão e numa intervenção breve agradeceu a presença de todos, a cerimónia contou ainda com o presidente do Município de Vila Nova de Foz Côa, Dr. Emílio Mesquita, que, associando-se ao acto e constatando uma vez mais o grande número de pessoas presentes, elogiou o povo das Mós pela enorme presença nas actividades efectuadas na freguesia.
Elaborada em PowerPoint, a apresentação foi feita pelo presidente da junta, o Eng.º Carlos Correia, que na altura fez questão de sublinhar a importância dos símbolos heráldicos e o quanto foi preciso "marcar passo" até que os mesmos fossem aprovados.
Questionado sobre a forma que o conjunto de símbolos apresenta, o presidente da junta explicou: - "Em heráldica, nem sempre é possível um resultado final que seja do agrado de todos, mas o essencial está lá: Os ramos de laranjeira, As Mós, O carril e O Douro. Disso não abdicámos".
No final, foi distribuido a cada um dos presentes um galhardete, como recordação.

05 dezembro 2008

DR 236 SÉRIE I de 2008-12-05

Portaria n.º 1416/2008
Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Cria a zona de caça municipal das Seixas, pelo período de seis anos, e transfere a sua gestão para o Clube de Caça e Pesca das Seixas, passando a integrar os terrenos cinegéticos sitos nas freguesias de Seixas, Murça, Freixo de Numão, Numão e Mós, município de Vila Nova de Foz Côa (processo n.º 5095-AFN)

03 dezembro 2008

Junta de Freguesia - Convite - Apresentação Heráldica


02 dezembro 2008

ACTIVIDADE FÍSICA NA TERCEIRA IDADE

por: Ana GriFo
Numa sociedade cada vez mais sedentária, que alterna entre a cadeira do escritório e o sofá de casa, impõe-se cada vez mais a prática de exercício físico. Ao colocar as coisas desta forma, transmite-se a ideia de que o exercício físico é uma obrigação, quando pode ser na realidade um prazer que nos irá trazer inúmeros benefícios. Algumas pessoas já se consciencializaram disto, não só os jovens amantes de desporto, mas também adultos e até idosos. Sim, os idosos que hoje gostam de vestir o seu equipamento desportivo e sair à rua. É justamente a prática de exercício físico na 3.ª idade e sua importância, o assunto abordado ao longo deste artigo que será, quiçá, um exemplo para os mais novos que adoram as actuais práticas desportivas denominadas por zapping, arriscadas manobras do dedo no comando da PlayStation, no teclado do computador ou até nas complicadas teclas do telemóvel que podem trair quem se aventura no maior desporto de todos: mensagens escritas enviadas durante uma aula. Passemos então aos protagonistas deste texto, ou seja, os avós da geração acima referida. O crescimento demográfico da população sénior tem aumentado consideravelmente na Europa. Basta olharmos para o nosso país para constatarmos isso. É um factor interessante, mas principalmente preocupante, pois o essencial não é viver muitos anos, mas sim viver bem. É ao encontro desta máxima que o exercício físico, aliado a uma alimentação correcta e a uma vida tranquila, se torna de extrema importância.
Condicionantes à prática de exercício físico
Os idosos não têm a mesma condição física que os seus descendentes, estando à partida um pouco condicionados. Mas atenção!...Isto não pode ser considerada uma desculpa! O processo de envelhecimento é acompanhado por algumas alterações fisiológicas no organismo e surgem doenças crónicas que são, muitas vezes, a “factura” de erros cometidos no passado. A prática de desporto pode ser, assim, condicionada pela diminuição de coordenação motora, da elasticidade muscular e vascular, por desvios da coluna e insuficiência cardíaca. As alterações psico-sociais, como a depressão, o isolamento social e a baixa auto-estima podem também condicionar não só o bem-estar da pessoa, mas também a disposição para a prática de exercício. É necessário combater tudo isto, de forma a tornar o idoso mais saudável, bem-disposto, sociável e capaz de dar valor a si próprio. O curioso é que é justamente para combater estas condicionantes ao exercício físico que se faz a prática deste.
Quais os benefícios da actividade física?
Difundidos pelos meios de comunicação e por campanhas dos estabelecimentos e instituições de saúde, os benefícios de uma vida activa são já largamente conhecidos, embora isso pareça não ser suficiente para a prática de desporto. Muitos dos benefícios são comuns às várias faixas etárias, mas os idosos ainda têm mais vantagens em se levantarem do sofá sem ser para irem para a cama. É lógico que se o exercício físico é iniciado cedo e mantido ao longo de toda a vida ajuda a prevenir doenças, como por exemplo, as cardiovasculares e a osteoporose, que são das mais frequentes nos idosos. Mas tal como se costuma dizer, “nunca é tarde demais”, logo, uma pessoa de mais idade pode começar a exercitar-se e isso também lhe trará vantagens, como a diminuição da dor provocada por estas doenças. Mas os benefícios não se ficam por aqui... Há um mal que afecta muitos idosos que o desejariam evitar: são as quedas, que acontecem por anormalidades do equilíbrio, do passo, deficiências visuais, etc., e que se podem tornar bastante perigosas. O exercício físico será como que a poção mágica e milagrosa que eles tanto esperavam. E porquê ? Porque irá fortalecer os músculos das pernas e das costas, melhorar os reflexos, a velocidade do passo, a mobilidade, incrementar a flexibilidade, entre outras. Ainda não estão convencidos? Passarão a estar depois de saberem que se verificam ainda melhorias no equilíbrio, na ingestão alimentar e mantém-se ainda o peso corporal. Mas há mais!... O sistema imunitário também apresentará melhoras no que toca à diminuição de infecções e até de alguns tipos de cancro, a diabetes pode ser prevenida e verifica-se a minimização das alterações cardiovasculares ou pulmonares. O exercício mantém saudáveis os ossos, os músculos e as articulações e, consequentemente, a pessoa, que se irá sentir mais feliz, terá mais possibilidades de estabelecer novas amizades, reduzindo a solidão e a exclusão social. Desenvolve-se ainda a auto-confiança, enorme contributo para o bem-estar psicológico do idoso.
Quem já está convencido, dirá, “são só vantagens!”, mas, infelizmente não é bem assim.
Possíveis riscos
É certo que os benefícios são em maior quantidade e superam os potenciais riscos da prática desportiva, mas eles também existem e, apesar de serem poucos, é importante referi-los. Sendo assim, há a possibilidade de sofrer lesões ortopédicas, arritmias cardíacas, enfarte agudo do miocárdio (apenas em pessoas que não estejam treinadas e com certos factores de risco) e, em casos muito raros, morte súbita (uma morte em cada milhão e meio de episódios de exercício). Devido a estes possíveis riscos, é aconselhável o acompanhamento de um médico, que poderá esclarecer o idoso sobre estes mesmos riscos, as razões que o devem levar a praticar exercício e quais os desportos e/ou práticas mais adequadas a ele.
Sugestões de exercícios
Salvo raras excepções, uma pessoa de maior idade não joga uma partida de futebol durante 90 minutos, nem se aventura a lançar um peso de 5kg. É óbvio que a pessoa já não se encontra em condições físicas de realizar tais actividades e, por isso, há algumas mais adequadas para a sua faixa etária. Em Portugal tem vindo a difundir-se a prática da caminhada. Estudos recentes apontam que este ritual reduz até 50% as doenças cardíacas nas mulheres e em 20% o risco de enfarte nos homens, para além da diminuição dos problemas de hipertensão. Só pelo facto de sermos animais bípedes, a caminhada torna-se de extrema importância a nível físico. Um evento que comprova o gosto que os idosos vêm a adquirir por esta actividade é a Meia Maratona de Lisboa, por exemplo. Hoje em dia já muitas freguesias organizam eventos do género.

Às pessoas de idade avançada aconselha-se também a prática de hidroginástica, pois as propriedades da água oferecem uma ajuda preciosa na movimentação das articulações, na flexibilidade, na diminuição da tensão arterial, na força, entre muitos outros benefícios gerais mencionados anteriormente. Existem ainda outras actividades que os idosos poderão experimentar, consoante a sua condição e aptidão físicas. Tal como em todas as restantes práticas desportivas realizadas pelas várias faixas etárias, também estas requerem uma organização dos exercícios, começando num aquecimento com exercícios de alongamento e actividade físicas de baixa intensidade, passando pela parte principal onde se incluem exercícios dos vários tipos de resistência e terminando com exercícios de alongamento finais. Por tudo o que aqui foi dito e por mais algumas razões que tornariam o artigo demasiado extenso, as práticas de actividade física na terceira idade são muito importantes, dados os benefícios que trazem, não só para a saúde física, mas também mental e social. O desporto, nos idosos, deve ser recreativo e não competitivo. Além disso, hoje diz-se muito, “Envelhecer com o desporto, é envelhecer melhor”. Apesar do artigo apenas abordar a relevância do desporto nas pessoas de idade mais avançada, é óbvio que não são eles os únicos a quem se aconselha que se movimentem o mais possível. A actividade física é essencial em todas as idades!


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