26 Novembro 2009
Carregamento de Telemóveis
Com a instalação de um terminal PayShop, o serviço público prestado pelo Posto de Correios da Associação passou a ter um novo serviço:
Carregamento de Telemóveis.
21 Novembro 2009
O Magusto de S. Martinho 2009

Uma vez mais, a Associação de Cultura e Recreio “As Mós” levou a efeito o tradicional Magusto de S. Martinho. O evento realizou-se no passado sábado, dia 14 de Novembro.
Beneficiando do novo largo fronteiro à sede da Associação, uma centena de convivas pôde sentir o espírito de rua e o calor da "nova casa", repartindo-os paredes meias. Na rua, com a agitação que estes momentos proporcionam, saboreou-se o porco assado no espeto. Na “nova casa”, repousadamente, aqueceu-se a alma com o caldo de cebola. Mais tarde, com o doce que fica nos lábios pelo sabor da amizade, comeram-se as castanhas, assadas na rua antes de chover.
Para além da animação que sempre advém do encontro fraterno de amigos, a festa contou com o suplementar toque dos “Irmãos Murça” que, vindos da Mêda, quiseram associar a sua música à alegria de um convívio que foi pela noite dentro.
16 Novembro 2009
O Tradicional Convívio Amistoso dos Mosenses
A gente das Mós sempre primou por um relacionamento amistoso, manifestado (quase sempre) na boa vizinhança e na camaradagem propícia à realização de eventos. Na base desta confraternidade está a índole alegre de mocidades de sucessivas gerações, pois a alegria esteve sempre presente em todos os folguedos realizados na povoação. Mesmo durante os cerca de 15 anos (1933 a 1948) em que se manteve a interdição da realização de arraiais, a juventude de então, inconformada com tamanha austeridade, acabou por encontrar alternativas, juntando a outros divertimentos tradicionais, bailes realizados em recintos fechados, em número jamais visto nas Mós.
A partir de 1948, a realização da festa anual em honra de Nossa Senhora da Soledade voltou a realizar-se nos moldes tradicionais, ou seja, com o incomparável arraial mosense, que passou a ter lugar não só a espaços da tarde do terceiro domingo de Setembro, mas também na segunda-feira seguinte. A programação do domingo foi quase sempre idêntica às verificadas na generalidade das festas tradicionais de vilas e aldeias do norte do País. Mas poucas vezes se terá visto “fim de festa” tão empolgante como o das Mós. Refiro-me, evidentemente, à “última volta ao Povo”, a expressão máxima do carácter folgazão da nossa gente, e que até há poucos anos tinha lugar ao cair da tarde de segunda-feira, consistindo na formação dum enorme cordão humano: gente dos diversos extractos sociais e grupos etários, de mãos dadas, integrando os músicos mais entusiasmados, que durava até à partida das filarmónicas. E chegado o momento da despedida, havia sempre músicos que acenavam para a multidão, gritando:
Mas o carácter sociável da gente das Mós manifestou-se na sua plenitude durante os 11 anos (1961-1972) em que paróquia esteve a cargo do Padre Armando Ribeiro. Com a sua jovialidade e grande capacidade de mobilizar vontades, soube como nenhum outro pároco tirar partido da referida natureza da comunidade, assumindo, simultaneamente, o papel de activante e de participante e assim, facilmente, conseguiu atrair e agregar a rapaziada mosense e com ela fundar um clube de futebol designado “Grupo Desportivo de Mós”, que se apresentava em campo devidamente equipada. E a congregação de ânimos e de esforços foi tal, que acabariam por construir um recinto propício à prática deste desporto: o “Campo da Portela”!
A partir de- Adeus gente alegre das Mós!
Além da festa anual, havia folguedos tradicionais, alguns deles referidos na Monografia Histórica de autoria do meu saudoso amigo Dr. Castelinho: a fogueira do Natal no Largo do Terreiro; as brincadeiras do Carnaval, altura em que nunca deixavam de “deitar as pulhas”; o “Serrar a Velha” por alturas da Quaresma, etc. Mas não podem deixar ser recordadas as “Ruadas”, os decantares que aconteciam nas noites mais luarentas, integrando muitos acompanhantes que percorriam, lentamente, as principais ruas da povoação.
Mas o carácter sociável da gente das Mós manifestou-se na sua plenitude durante os 11 anos (1961-1972) em que paróquia esteve a cargo do Padre Armando Ribeiro. Com a sua jovialidade e grande capacidade de mobilizar vontades, soube como nenhum outro pároco tirar partido da referida natureza da comunidade, assumindo, simultaneamente, o papel de activante e de participante e assim, facilmente, conseguiu atrair e agregar a rapaziada mosense e com ela fundar um clube de futebol designado “Grupo Desportivo de Mós”, que se apresentava em campo devidamente equipada. E a congregação de ânimos e de esforços foi tal, que acabariam por construir um recinto propício à prática deste desporto: o “Campo da Portela”!
Também os mais adultos deram provas de elevado espírito de cooperação, mormente o conjunto de homens que formaram a “Comissão Paroquial”, destinada a angariar fundos, tendo em vista o enriquecimento e conservação do património paroquial, através da efectivação de obras como: a construção da residência paroquial, a restauração da capela de Santa Bárbara e da igreja matriz, a renovação da capela de Santo António, etc., etc.
Residentes e ausentes cooperaram também com o Padre Armando na feitura e distribuição do “CAMINHEIRO”, uma folha mensal com notícias locais e algumas crónicas. Tendo o seu 1º número saído em.19 de Setembro de 1971, continuou a publicar-se até Maio de 1975, isto é, conseguimos mantê-lo durante 3 anos depois da deslocação para Paris do seu fundador. Quem se lembra agora do singelo CAMINHEIRO?
Todo este entusiasmo foi esmorecendo porque no decorrer deste ciclo a povoação foi perdendo, gradualmente, cerca de 30% da sua população residente, uma “sangria” demográfica devida à saída de emigrantes e dos rapazes mobilizados para as guerras coloniais.
Na segunda metade dos anos 70, verificou-se o retorno de “africanistas” e o regresso de alguns daqueles jovens da vida militar, e com este revigoramento demográfico a vida e o progresso da povoação foram-se robustecendo também. Nesse período foram levados a cabo importantes melhoramentos urbanos, que se ficaram a dever, sobretudo, à acção desenvolvida pela Junta de Freguesia, presidida por Joaquim do Nascimento Moutinho (um homem e uma obra raramente recordados).
Mas também este progresso intermitente seria de curta duração, porque outro movimento migratório voltaria a verificar-se e com ele o progressivo minguar de gente nova e o consequente envelhecimento da população residente. E devido a estes fenómenos demográficos a vida social nas Mós foi esmorecendo e a Festa anual foi definhando, passando a ser aceite a incerteza da sua realização.
Foi para sair deste marasmo social que surgiu a luminosa ideia de fundar a Associação de Cultura e Recreio “As Mós”, uma instituição destinada a congregar todos os mosenses de boa vontade, independentemente da cor política de cada um. E os objectivos que justificaram a sua criação têm sido plenamente alcançados, pois residentes e outros aderentes têm vindo a usufruir de acontecimentos repletos de situações de confraternização, de recreio e divertimento como jamais se tinham vivido nas Mós.
Se todos nos mantivermos unidos, ela assim continuará por muitos e bons anos!
José Gomes Quadrado
(Fotos gentilmente cedidas por Luís António Sequeira)
07 Novembro 2009
Magusto de S. Martinho -programa
Tomada de Posse de Andreia Almeida
No Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Nova de Foz Côa, na passada segunda-feira, dia 2 de Novembro, tomou posse o novo executivo municipal.
O blog dAs Mós esteve presente no acto, e, tendo na altura felicitado a mosense Andreia Polido de Almeida, fazendo-lhe sentir o carinho das gentes das Mós e a confiança que colocam no seu mandato, partilha hoje com todos os leitores esses momentos de alegria da nova vereadora.
04 Novembro 2009
Instalação da Assembleia de Freguesia das Mós
No passado sábado, dia 31 de Outubro, procedeu-se à instalação da Assembleia de Freguesia das Mós, constituída pelos cidadãos eleitos por sufrágio universal e directo em 11 de Outubro de 2009. As escolhas efectuadas, referentes aos dois órgãos autárquicos, resultaram no seguinte quadro:
Junta de Freguesia
Carlos Alberto Correia - Presidente
Luís Alberto Fonseca Polido
António Jaime Polido Basaréu
Assembleia de Freguesia
José Alberto Velha Grifo - Presidente
Aires José Figueiredo Passeira - 1º Secretário
Acácio Augusto Barandas - 2º Secretário
José Adriano Macieira Filipe
José Carlos Soares Ferreira
Por falta de comparência, não tomaram posse na Assembleia de Freguesia os dois elementos eleitos pela lista do Partido Social Democrata. Tudo indica que, por renúncia destes, na próxima reunião da Assembleia a realizar em Dezembro, tomarão posse os dois elementos imediatamente a seguir na respectiva lista: Maria de Lurdes Soares Ferreira e Maria Helena Claro Pinto Navarro.
28 Outubro 2009
Gente das Mós - na internet (4)
"Encaixar o insucesso e retomar a rabiça com redobrada energia - eis a grande força e a grande lição do camponês. A vida para ele não é tanto colher, como semear. A lançar à terra energia viva, sonho sem joio, é que que a sua humanidade se justifica."
Miguel Torga (Diário V)Adriano Passeira
Mós (Vila Nova de Foz Côa)
http://olhares.aeiou.pt/ti_adriano_foto3182562.html
25 Outubro 2009
Grupo Etnográfico da Escola Preparatória de Rio Tinto
O Grupo Etnográfico da Escola Preparatória de Rio Tinto, dando notícia da sua passagem pela nossa terra como grupo convidado, publicou na página da internet algumas fotos da Festa de Nª Sra da Soledade 2009.
Numa breve resenha da participação, aproveita para agradecer, sensibilizado, o acolhimento que lhe foi dispensado pelas nossas gentes.
(clique na foto para ver notícia)
21 Outubro 2009
Anne-Marie Mouchet - Cônsul Honorária de Portugal em Pau
Ana Maria Ferronha Passeira Mouchet, natural das Mós, filha de José Passeira e de Edite Ferronha, é professora de inglês na Universidade Paul Sabatier e fundou dois Centros de línguas, um em Seissan (Gers) e outro em Pau (Pyrénées Atlantiques). Admiradora do presidente Nicolas Sarkozi, pelas listas da UMP, nas ultimas eleições legislativas francesas, foi mesmo uma das duas candidatas de origem portuguesa presente na segunda volta da eleição.
Anne-Marie Mouchet, depois da quarta classe feita em Portugal prolongou os seus estudos em França mas, afirmou, continua modesta e agarrada aos valores do trabalho que os seus pais lhe ensinaram. Não conhecendo ainda exactamente as atribuições que lhe são confiadas como Cônsul Honorária de Portugal em Pau, mostra-se confiante com o seu desempenho tentando representar da melhor forma o seu país. A própria, acabada de chegar da nomeação, e na informação enviada ao blog dAs Mós, confessou ter ficado realmente surpreendida com a notícia.
Anne-Marie Mouchet, depois da quarta classe feita em Portugal prolongou os seus estudos em França mas, afirmou, continua modesta e agarrada aos valores do trabalho que os seus pais lhe ensinaram. Não conhecendo ainda exactamente as atribuições que lhe são confiadas como Cônsul Honorária de Portugal em Pau, mostra-se confiante com o seu desempenho tentando representar da melhor forma o seu país. A própria, acabada de chegar da nomeação, e na informação enviada ao blog dAs Mós, confessou ter ficado realmente surpreendida com a notícia.
De parabéns fica, também, as Mós, por ver uma filha da terra ser nomeada para tão honroso cargo. Saudamo-la pelo facto, desejando-lhe os maiores êxitos.
Reunião da Comissão de Festas 2010
17 Outubro 2009
Andreia Almeida no Executivo Municipal
Para os menos atentos poderá parecer que, a inclusão da Dra. Andreia Almeida numa lista de candidatos à Câmara Municipal, foi apenas uma manobra eleitoral visando a freguesia onde a Junta, de cor política diferente, se tem demarcado por um trabalho de excelência.Para nós, que por diversas vezes partilhámos com ela culturalmente o entusiasmo de realizações levadas a efeito nas Mós, estamos convictos que a sua presença no Executivo Municipal, pela capacidade que lhe reconhecemos, há-de ser importante, também, para o fortalecimento social da freguesia.
Saibamos unir-nos à volta desta realidade e merecer o carinho que ela certamente irá dispensar à sua e nossa terra.
13 Outubro 2009
Eleições Autárquicas 2009 - Resultados
01 Outubro 2009
Domingo da Festa 2009
Por herdeiros desta tradição, não se deve tomar apenas o punhado de ascetas que moureja o ano a fio nas magras e escabrosas courelas da freguesia. Legítimos herdeiros dessa devoção são também os seus filhos, os seus parentes, os seus amigos que por esse mundo além, roídos de saudades, angariam o pão de cada dia.
São muitos desses que agora vão em autêntica peregrinação à terra natal abraçar pais, parentes e amigos e que depois se vão chegando ao terreiro para receberem do velho ‘olmo’, desse pendão reerguido, a sombra amiga e acolhedora que ele, donairoso, nunca soube recusar.
Filhos queridos dessa terra são também aqueles que impossibilitados de comparecer a essa confraternização abençoada, verterão no 3º domingo de Setembro uma lágrima de saudade…”
José Gomes Quadrado - A Festa da Srª da Soledade, in “ O Fozcoense” de 15/09/1968
29 Setembro 2009
Sábado da Festa 2009
27 Setembro 2009
Volta ao Povo 2009
“A Festa termina com o grande momento, a sensação principal que é a volta. É um número do programa (…) que já tem foros de tradição, e se bem que seja o complemento da tarde dançante no Terreiro tem as suas características próprias, um tom especial de marcha triunfal, cortejo de heróicos folgazões que se despedem em beleza das suas festas.”
(Zé Carneiro - in Monografia Histórica de Mós do Douro, 1981)
21 Setembro 2009
A Festa 2009 (pequena amostra)
09 Setembro 2009
Cartaz da Festa N.ª Sra da Soledade 2009
Exposição de fotografia a preto e branco
INFORMAÇÃO
A Associação de Cultura e Recreio “As Mós”, desfrutando da presença de grande número de Mosenses e visitantes no terceiro fim-de-semana de Setembro nas Mós, ou seja, nos dias 18 a 20 próximos, na data da realização das tradicionais festas em honra da Sr.ª da Soledade, vai organizar uma exposição de fotografia a preto e branco alusiva a esta Freguesia.
Assim, tendo em vista uma divulgação do passado das Mós o mais diversificada possível, vem esta instituição solicitar a todos aqueles que disponham de fotos em que as Mós ou pessoas das Mós são o tema principal, tomem a iniciativa de entrar em contacto com esta Associação, designadamente com os membros a seguir identificados e para os números também indicados.
José Alberto Velha Grifo: 963 356 054
António Fernando Bichança Diogo: 969 433 357
A Direcção
07 Setembro 2009
Torneio de Sueca Nª Srª da Soleade

A exemplo de anos anteriores, o dia 15 de Agosto foi marcado por mais um evento organizado pela comissão de festas, na nossa simpática aldeia. No entanto, ao contrário dos anos transactos, não houve o animado baile com música ao vivo, mas somente um igualmente animado torneio de sueca, pautado por muitas surpresas e pela relativa tensão necessária numa saudável competição entre amigos, acompanhado ainda de um esmerado serviço de bar e apetitosos petiscos, além da exposição para venda de vários adereços.
No final do torneio, sagrou-se vencedora a equipa formada pela família Moutinho, ou seja, o Sr. Mário Moutinho e o filho José Bernardino Moutinho, numa final renhida em que foram uns dignos vencidos José Alberto Velha Grifo e Jorge Baptista.
Ana GriFo
24 Agosto 2009
Autárquicas 2009 - Lista de Candidatos
Conforme indicação nos sítios da Internet dos dois partidos, divulgamos as Listas de Candidatos propostas pelo Partido Socialista e Partido Social Democrata à Assembleia de Freguesia das Mós, nas Eleições Autárquicas de 11 de Outubro de 2009 :

1- Carlos Alberto Correia
2- Luís Alberto Fonseca Polido
3- António Jaime Polido Basaréu
4- José Alberto Velha Grifo
5- Aires José Figueiredo Passeira
6- Acácio Augusto Barandas
7- José Adriano Macieira Filipe
8- José Carlos Soares Ferreira
9- Sofia Gonçalves Mesquita
10-Rui Filipe Passeira Polido
11-Joaquim Augusto Basaréu
12-Maria Adélia Ferronha Ferreira Diogo
13-Joaquim Manuel Polido
14-Alda Jesus Garcia
1- António Januário Ferreira
2- Carlos do Nascimento Jorge
3- Maria de Lurdes Soares Ferreira
4- Maria Helena Claro Pinto Navarro
5- José Gaspar Ruge
6- Elísio Joaquim Lobão Passeira
7- Fábio Daniel Polido Batista
8- António Fernando Pego Polido
9- Joaquim Miguel Lomba Estáquio
10-José António Ferreira Pala
11-Felisberto Moutinho Ferreira
12-Humberto Augusto Ribeiro
12 Agosto 2009
Gente das Mós - na Internet (3)
Abrigados à sombra da parreira, perdidos na doçura de uma talhada de melão e de um copo de vinho branco, fomos descobrindo o gosto miniaturista de António da Silva Carvalho «O Roque».
- “ Chamam-me Roque porque o meu pai era Roque, e Roque fiquei (…) não sou homem de ir para o café e não gosto de falar na vida alheia (…) vou fazendo estas coisas para passar o tempo...”
Exibia com vaidade os arados, os bois e os carros-de-bois feitos em miniatura, e falava-nos do tempo, desse tempo a quem ele estava habituado a trocar as voltas e a roubar o vagar para as suas construções.
- “Olhe que a minha mãe durou até aos cento e três anos!…”
Adivinhámos-lhe a graça e dissemos:
- Ó ti António, se o tempo não nos pregar a finta, havemos de voltar a conversar daqui a vinte e cinco anos… pelo menos!
Mós 18 de Agosto de 2007
http://varandadotempo.blogspot.com/2007/08/o-roque.html
03 Agosto 2009
As Mós no "Notícias de Freixo de Numão"
O Jornal "Notícias de Freixo de Numão" na sua edição de Maio/Junho 2009 publicou uma página inteirinha a falar das Mós, levando aos seus leitores notícia da realização de três eventos mosenses.
-VII ENCONTRO /CONVÍVIO DOS NATURAIS E AMIGOS DAS MÓS
(José Gomes Quadrado- blog dAsMós)
-FORNO COMUNITÁRIO DAS MÓS
(Carlos Pedro- blog dAsMós)
-A.C.R."AS MÓS" INAUGURA SEDE
(Sá Coixão- Jornal N. de Freixo de Numão)
Com amizade saudamos o seu Director, António Sá Coixão, felicitando-o pela distinção que foi alvo ao ser-lhe atribuida a Medalha do Concelho.
31 Julho 2009
Gente das Mós - na internet (2)
Esqueço-me de mim ...
No desassossego
A que me obrigo,
Se consigo estar parado,
Só deitado
Abrigo
Este cansaço.
Esqueço-me dos dias,
E dou comigo
A tropeçar nas noites.
Esqueço-me, até de mim...
E sou assim…
(Carlos Pedro)
Elísio Passeira
Mós (Vila Nova de Foz Côa) - 22 Março 2008
http://olhares.aeiou.pt/esqueco_me_de_mim_foto1880355.html
29 Julho 2009
Relatorio de Contas - Festa 2008
21 Julho 2009
Gente das Mós - na Internet (1)
É o que ficou.
A lembrança perene
Do que fomos, sentimos e pudemos
No tempo intemporal da juventude.
Ilusões de energia e de saúde
Em cada gesto que já não fazemos,
Mas apetecemos.
É o vazio de nós
Cheio de nós.
...
É o que ficou e ficará, Mulher.
A cinza destes versos invernais
De amor e de tristeza,
E a intima certeza
De que é tudo verdade
O que de nós disser
A mudez da saudade.
Miguel Torga (Diário XVI)
MULHERES
Mós (Vila Nova de Foz Côa)- Março 2009
http://olhares.aeiou.pt/e_o_que_ficou_mulher_foto2791764.html
17 Julho 2009
IV Convívio de portistas
Realizou-se no passado dia 20 de Junho nas Mós e pelo 4º ano consecutivo o habitual convívio de portistas, este ano o evento atingiu o número aproximado de 70 convivas. O convívio realizou-se no restaurante “O lagar" de José Ferreira, e a ementa constou de feijoada e bacalhau à braz.
Estiveram presentes portistas de diversos pontos do país como Braga, Porto, Ermesinde e Foz Côa, e alguns adeptos do Benfica e Sporting que devido à amizade que os une a alguns portistas se juntaram ao convívio reconhecendo o mérito das vitórias do FC do Porto.
A criação de uma Casa do F C do Porto na sede do concelho, foi uma ideia avançada e que pode vir a ser concretizada. Cada conviva teve direito a um cachecol alusivo ao encontro.
Os convivas agradecem a simpatia e o profissionalismo do serviço no restaurante e agradecem também ao Sr. Agostinho Serdoura a oferta dos cachecóis.
Daniel Soares
04 Julho 2009
FOI ÊXITO O BAILE DE S. PEDRO NAS MÓS
Podem dizer que as sardinhas pingavam no pão!...
Podem dizer que as bifanas e o caldo verde estavam óptimos!...
Podem dizer que a música contagiou!...
Podem dizer que foi da organização!...
Podem até dizer que o povo das Mós é que é bairrista!...
Também...Tudo isso é verdade!
Mas o que eu acho mesmo, é que foi do Arroz Doce... Divinal!
Podem dizer que as bifanas e o caldo verde estavam óptimos!...
Podem dizer que a música contagiou!...
Podem dizer que foi da organização!...
Podem até dizer que o povo das Mós é que é bairrista!...
Também...Tudo isso é verdade!
Mas o que eu acho mesmo, é que foi do Arroz Doce... Divinal!
25 Junho 2009
Torneio Jogo da Malha em Valongo
A Comissão de Festas 2009 promove no dia 4 de Julho (em Valongo) no recinto da capela de S. Bartolomeu, um Torneio de Jogo da Malha no âmbito das festas em honra da Sra da Soledade.
23 Junho 2009
S.Pedro (cartaz)
17 Junho 2009
O VII ENCONTRO/CONVÍVIO DOS NATURAIS E AMIGOS DAS MÓS
Por decisão dos dirigentes da A. C. R. “As Mós”, este evento teve lugar num espaço aprazível da Quinta do Vaquinhas, situada na Charneca da Cotovia, concelho de Sesimbra, recinto graciosamente cedido pelos seus beneméritos
proprietários, após as necessárias diligências desenvolvidas por elementos da direcção da Casa do Concelho de Foz Côa, gente que não se fez rogada para continuar a colaborar com a organização deste Encontro de maneira tão generosa que a todos nos deixou penhorados. Como símbolo imperecível desta cooperação ficará o prato de barro com o emblema da Casa do Concelho oferecido à Associação mosense. Bem - hajam eles!
No que ao repasto diz respeito, cada imagem vale por mil palavras…O que não ficou devidamente retratado foi a abnegação de quantos trabalharam para que este Encontro se processasse nas melhores condições possíveis. Para todos eles vão as devidas palavras de louvor.
Digno de registo é, também, o contentamento que todos sentimos ao revermos conterrâneos e/ou pessoas amigas, bem como a alegria contagiante que ali se viveu, mormente por parte de muita gente jovem, que com algumas vozes bem afinadas, se mostrou à altura da actuação musical do insubstituível Amigo Carlos Pedro.
O facto deste Encontro ter sido realizado no mês de Junho contribuiu para que se notassem algumas ausências, entre as quais avultaram as dos familiares mais próximos dos dois ilustres mosenses que, conforme o previsto no programa, estavam para ser condignamente homenageados a título póstumo. Como as referidas ausências impossibilitaram o ensejo de lhes serem prestados os devidos preitos, o porta-voz da organização, o Amigo José Alberto, através da instalação sonora, recordou os seus inolvidáveis nomes: José Bernardino Cabral, sócio fundador (Nº 1) da Associação e José Carneiro, nome bem conhecido por todos os mosenses seus contemporâneos, por ter sido uma das figuras mais carismáticas das Mós, durante várias décadas do século XX.
José António Prata Carneiro, nasceu na povoação das Mós há 85 anos (salvo erro). Filho único duma conceituada família, teve o privilégio de viver toda a juventude num tempo em que a sua querida terra natal passou por grandes transformações económicas e sociais. Sociável como era, conviveu com várias gerações de mosenses, integrando grupos mais ou menos “tertulianos”. E observador muito atento, soube recolher com muita argúcia elementos etnográficos e outros que deixam perceber a vida que então se vivia nas Mós, mormente nos seus aspectos mais lúdicos. E para comprovar isto mesmo, bastará ler as “Recordações” que ele deixou entre as páginas 152 e 158 da última edição da Monografia Histórica que o Dr. Castelinho publicou.
Mas a sua colaboração com este seu amigo de sempre não se ficou por aqui. Em 1971, o Dr. Castelinho levou a cabo um primeiro ensaio da “Monografia sobre S. Pedro de Mós do Douro. E da página 8 à página 35, o autor fez deduções históricas e toponímicas com as quais o seu amigo José Carneiro não concordou (e não só). Com o amigo ausente em Angola, José Carneiro manifestou a sua discordância na rubrica “Murmúrios do Cano” publicada nos números 6 e 7 do “Caminheiro”, relativos a Fevereiro e Março de 1972. Com estes dois excelentes artigos convenceu o Dr. Castelinho a retirar as referidas deduções não só do texto da sua Dissertação para o acto de licenciatura em Ciências Históricas, mas também das futuras edições da Monografia Histórica que nos deixou.
Antes do fim do Encontro, o autocarro que trouxera os residentes nas Mós levou os seus passageiros a dar uma volta pela zona ribeirinha de Sesimbra e só depois do seu regresso começou a retirada dos participantes.
Após o regresso aos respectivos lares, todos ficarão à espera que o espírito de salutar confraternização que aqui prevaleceu volte a revelar-se (ainda com mais vigor, se possível) no VIII Encontro a realizar nas Mós.
José Gomes Quadrado

















































